quinta-feira, 15 de dezembro de 2011

Inquieta



Sou inquieta. Eternamente inquieta.
Não sossego. Não relaxo. Não me contento.
Quero entender tudo! Eu, o outro e o mundo.
Tenho muita sede de vida. Muitos desejos. Muita força vinda de onde desconheço.
Sou extremamente frágil, mas proporcionalmente fênix.

Não sei viver sem encantos. Para tudo crio beleza, para tudo crio razões.
Mudo o tempo todo. Não minha personalidade, eu mudo meu comportamento, minhas atitudes, até mesmo meus pensamentos. Assumo cada vez mais o controle da minha própria vida.

Dos erros tiro proveito, aprendo na dor onde melhorar como pessoa.
Sinto-me grande quando tenho coragem para mudar algo em mim, mas me sinto muito pequena quando tenho medo de agir, ou quando vejo que perdi muito tempo gastando energia no lugar errado, na hora errada.

As minhas dificuldades emocionais são ridículas, de tão simples, para a maioria das pessoas, no entanto as delas também o são para mim. A questão é o ponto forte e o ponto fraco de cada um.

A única coisa que me entristece em mim mesma é saber que já magoei pessoas queridas e não há como corrigir meus erros, posso apenas tentar ser alguém melhor a cada dia.
A única coisa que me deixa triste e revoltada no geral é a injustiça. É saber que coisas ruins acontecem o tempo todo e em todo o lugar e me sentir impotente. Não de todo, porque faço minha parte para contribuir para um mundo menos cruel.

Da minha boca saem muito mais palavras de alegria, de elogios, de paciência e de otimismo do que de tristezas.
Sou feliz na minha mente infantil, louca e sonhadora.
A minha inquietude ainda me incomoda, mas é ela que mais me impulsiona.

quinta-feira, 15 de setembro de 2011

Dançar ou não dançar?

Não, não vou falar sobre o blog da Natalia, é que realmente eu estava nesse dilema. Não sabia se dançava, se abandonava, se mudava de estilo, enfim, mas agora eu me acertei, voltei pra dança mais linda do mundo, na minha muito humilde opinião, a dança do ventre. E voltei com tudo.
Minha queridona professora, a Mehira, do Espaço Maktub, montou um grupo de dança, o grupo Zahara, no qual faço parte.
Nossa primeira coreografia a ser futuramente apresentada em mostras de dança e concursos é uma dança árabe-flamenca, com direito a snujs e castanholas.
Ainda estamos dando os primeiros passos, mas eu estou tão feliz que acordar de domingo ás 6:00 da manhã pra ensaiar não tem sido nada de mau, pelo contrário.
Como to sem grana ainda, mas acredito que pra tudo na vida da-se um jeito, comecei a fazer dança do ventre nos Sescs da vida. E, pra minha surpresa, a primeira aula foi muito boa, o que me deixou super animada, e ainda de quebra descolei um espaço no Sesc mesmo para meus ensaios, é gente, porque dançar no ovinho da minha casa é humanamente impossível.

To muito feliz!!!

domingo, 3 de julho de 2011

As palavras de Ally Hauff- Uma lição de vida para aqueles que ficam...





Deixo um recado à todos pois sei que um dia não estarei presente em corpo mas sim em alma e sei que estas palavras servirão para abrandar os corações daqueles que sempre me amaram.

" Vivam, vivam, vivam, mostrem ao mundo o quanto vcs são felizes, cada vez que expiramos é Deus nos mostrando o quanto somos importantes, amigos companheiros minha família e Luis , eu amo vcs, meu coração se enche de alegria cada vez que lembro de cada um, neste momento de minha vida gostaria que todos pudessem sentir o que meu coração sente, mas não direi o que ele esta sentindo pois quero que vcs possam pensar no que mais o Ally gosta e entao vcs poderão saber como me sinto.Pela eternidade eu sei que estarei ao lado de todos e cada vez mais presente no coração de todos. Te amo mãe, te amo vó, te amo Carlos, te amo Thiago, te amo Rodrigo minha família de sangue , te amo Luis meu amor e minha vida pela eternidade minha família de alma, meus amigos...............................inúmeros, Sejam e façam as pessoas felizes"



Ally Hauff - eterno

sexta-feira, 15 de abril de 2011

Notícias Ally Hauff

Ontem, dia 14/04/11, no programa do SBT "SE ELA DANÇA EU DANÇO", deveria ter sido exibida a apresentação de Ally Hauff, mas isso não ocorreu. As pessoas mais próximas a ele, ainda desconhecem o motivo.
Ontem recebi um e-mail da Cris Seluque, dona do Espaço Maktub e amiga de Ally, dizendo que o estado dele é estável, e a partir de agora os médicos esperam que ele venha começar a se recuperar dia a dia.

Enquanto isso, as contas da escola (Studio Cia Ally Hauff de Danças) estão paradas desde o acidente.
O Lui, professor também, fez um pedido para quem pudesse contribuir com as despesas fixas.

Dados da mãe do Ally:

Tânia Maria da Silva

Caixa Econômica

Agência 0892-013

Conta Corrente 00019052-0


A Sra. Tânia veio às pressas de Minas e está bem abalada, porém está tentando cuidar do maior sonho do seu filho que é a escola.

Qualquer valor depositado será de grande ajuda.

segunda-feira, 14 de fevereiro de 2011

To de mal com você dança



Sentindo falta da dança, mas brava com ela.
Ultimamente tem ocorrido algumas mudanças na minha vida, mudei de endereço, saí da empresa em que trabalhei por 6 anos, fui para outra (mas que não deu certo), agora me encontro desempregada, sem grana e, portanto, sem dança.
Aproveito esse meio tempo pra refletir sobre minha vida, em diversos aspectos. Um deles: a dança.
Completei dois anos de dança, mas sinto um certo desconforto em saber que não evolui muito no último ano. A pressa em aprender tudo logo, a falta de tempo, as preocupações do dia-a-dia, a velocidade com que minha mente absorve o conteúdo das aulas, mas meu corpo não. Vendo as bailarinas que admiro se apresentando, percebo o quanto tenho que estudar.
Gostaria de poder treinar cada vez mais, mas não sei se isso será possível.
Quando voltar a trabalhar terei de enfrentar um dilema, ou volto a fazer dança do ventre, que me trás um enorme prazer, mas nenhuma remuneração financeira, ou terei de optar por fazer um curso que, futuramente, me traga algum retorno. Não tenho condições finaceiras para apenas me divertir.

sexta-feira, 10 de setembro de 2010

Essas blogueiras são demais!



Tava pensando num assunto chato para comentar, ando meio estressada com certas injustiças, mas, antes, resolvi conferir meus e-mails e as atualiações dos blogs que costumo ler, depois disso mudei de humor. Foram tantas coisas bacanas que li, tanta gente interessante que conheci, mesmo que virtualmente, que gostaria de compartilhar o que sinto, porque o que é bom merece ser dito, valorizado, exposto.

Eu não tenho computador, logo meu acesso a internet é limitado, por isso comento pouco nos blogs que leio e também escrevo pouco no meu, mas não deixo de conferir as novidades que surgem por aí.

Hoje, por exemplo, eu estava lendo os textos da Verinha. Acho ótimo esse inconformismo (no bom sentido) que ela tem, sua força de vontade, seu jeito de escrever sério e divertido ao mesmo tempo, seus makes, suas dicas.

A Gi me prende pela sua impressionante sensibilidade, não a conheço pessoalmente, mesmo assim me parece ser aquele tipo de pessoa que te compreende em apenas dois minutos de conversa, já te percebe, simplesmente porque te sente. Parece ser muito dedicada, atenciosa.

A Natalia, me ganhou pela sua maturidade, pelo bom humor e pelo amor ao que faz, aliás a tudo o que faz, me canso só de saber de sua rotina de trabalho, por exemplo.

A Luciana Arruda é uma pessoa que consegue ser incrível e fazer diferença mesmo à distância. Tudo o que faz é com tanto capricho, tanto carinho, fica nítido. Tem sempre mensagens boas pra distribuir, está sempre estudando assim como ensinando.

A Aisha parece ser o tipo de pessoa que conversa com qualquer estranho na rua, quero dizer, não ignora ninguém, é curiosa, forte e emotiva.

A Luana Mello, embora esteja em outra vibe no momento, deixou uma série de textos ótimos para estudo, além de ser uma pessoa querida. Sou fã dessa mulher, como profissional então nem se fale, é uma das minhas preferidas.

Aos poucos comento de mais pessoas que admiro texto-e-pessoa.

Essas são apenas minhas impressões sobre as personas que escrevem nesses blogs, se condiz com a realidade eu não sei, como disse são só impressões, algo subjetivo mesmo.

sábado, 17 de abril de 2010

De alma Lavada


De alma lavada, é assim que me sinto após dançar.
É pra isso que caminho quando danço, apesar do meu cansaço por conta das atividades diárias, dos problemas que insistem em me incomodar, do pouco tempo disponível para o lazer e de todas as minhas inseguranças.
É porque a sensação mágica que sinto ao dançar se prolonga pelo resto do dia.
É assim, como uma criança que dança quando ouve uma música que mexe com ela, simplesmente. Só que, desde quando começou, essa criança aqui não consegue e não quer mais parar.
Aliás, aprender e estudar sobre dança é como brincar. É pura diversão.
Dançar na frente do espelho, em casa, então, nem se fale! Quem nunca viajou dançando e se imaginando muito mais do que é, fantasiando um momento além do possível, só por puro prazer.
Ser diferente do habitual, deixando de me conter tanto, me sentir mais bonita, mais interessante pra mim mesma, porque pode parecer que continuo a mesma depois de dançar, mas por dentro....Eu sei, de alma lavada